concentrate on what are you doing.
no distractions.
center yourself.
it's your time.
{Xavier Calixto - pt br oc rp blog}
Sep 13th | 2 notes

unorona:

tag game marotinho!! 

quais personagens compartilham personalidades com você? (obrigada unorona deus abençoa)

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Se você não souber o seu tipo, só lamento faça o teste aqui. Olhe quais personagens tem o mesmo tipo que você aqui e liste seus parça

sou uma INFP & apresento-vos meus parça:

amélie poulain de le fabuleux déstin d’amélie poulain
sasha blouse de shingeki no kyojin
zuko de avatar: the last airbender
touko fukawa de dangan ronpa
celty de durarara!!
luna lovegood de harry potter
hiccup de how to train your dragon
madoka kaname de puella magi madoka magica
shinigami de soul eater
butters de south park
bran stark de game of thrones;
romeo de romeo & juliet
haku de naruto.

Sep 11th

{ bom, essa era pra ser uma das últimas postagens ooc por aqui. vamos tentar. 

a personalidade da xavier é praticamente a única coisa que eu não desenvolvi direito nela, então se você for no about dessa mina ‘cê vai encontrar: 

 Em geral, aparenta ser cortês, animada e se irrita facilmente com as coisas. Por via das dúvidas, culpe os astros. dude eu nem sei se existo, desenvolver personalidades alheias é muito difícil

n’outras palavras, aqui acaba o “semi-hiatus” e sim, estou semeando a discórdia. beijos.

*casualmente acende um cigarro e joga fumaça na cara dozotro*

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Sep 11th | 8 notes

obitxs:

             Assentiu, anotando mentalmente a resposta dela. Até agora nunca ouvira dizer que o escuro era incômodo, ou ao menos não se lembrava de ninguém dizendo isso. Tombou a cabeça levemente de lado. ❝Incômodo por quê? Por que nada pode-se ver nele? Isso causa uma certa aflição nas pessoas, normalmente.❞ Pois elas temem ter algo que as possa atacar ou coisa do gênero.

"Por isso mesmo. Muitas coisas me incomodam, o escuro é uma delas", ciciou meramente, com um sorriso maldito de troça nos lábios.
"Veja bem…", continuou, seguindo o movimento da outra com o olhar, “… Eu já sou deficiente auditiva, não escutar e não enxergar é uma combinação bastante infeliz para mim”. Riu da própria desgraça.
"E você, tem medo do escuro?"

Sep 11th | 3 notes

CLOSED — ≼ I Don’t Remember Your Face≽

rxfur:

≼☀≽ — Sentiu-se desconfortável por um instante, quase como se tivesse sendo observada. Coisa da cabeça dela? Não. Virou-se rapidamente para o balcão para ver o olhar da menina de cabelos negros. Uma cliente! Mas não qualquer cliente. Uma que a pegou no flagra, almoçando em pleno trabalho. 

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     Sentiu as bochechas ferverem, avermelharem-se e logo se pôs de pé, encarando a visitante, envergonhada. Quase tropeçou no próprio pé. Iria de cara com as prateleiras ao seu lado, que guardavam as mais variadas coisas. Pôs um sorriso no rosto e levantou o braço, acenando, com um sorriso forçado. “Olá, olá! Bem-vinda! Em que posso lhe ajudar?

Antes de responder a figura desajeitada, entrou apressada dentro da loja. Já não aguentava mais o frio que fazia na Islândia! E olhe que Xavier passara bons dias de inverno intenso na Rússia e alguns países escandinavos, achava mesmo que estava acostumada com nevascas e paisagens níveas.
Virou-se para a outra, mostrando-lhe um sorriso simpático, a postura já recomposta:
"Muito obrigada", e, com o indicador nos lábios, passou os olhos pelo lugar. "Vim aqui só para comer seu bolo, mocinha".

Sep 10th | 3 notes

` INSANI´ ;;;

flxmmis:

||| Xavier |||

       ⊰⊱; A xícara em sua mão tremeu com o susto que ele tomou ao ouvir os toques
   na   porta.   Parecia    alguém    tentando    derrubar-la;   derruba-la   e   então  entrar, 
   esgueirando-se   para  perto,   afim  de  machuca-lo.   Calcifer  obrigou-se  a  respirar
   profundamente;   ele   não  era   o  louco   ali,   claro  que   não ! Ninguém  iria  feri-lo
   novamente, era somente sua paciente, envolta em um escândalo de vozes agudas e 
   altas. O doutor  ergueu-se,  seu  manto  branco  de  medico  remexendo  nas  bordas,
   enquanto seus passos firmes mas inaudíveis o levavam até a porta. A destra pousou
   sobre a maçaneta, e seu olhar esverdeado se pôs para trás, fitando sua sala;  acima 
   da mesa havia um relógio redondo, sem qualquer adorno que se não o vermelho dos
   ponteiros. Ela estava adiantada. Algo fora do normal.
                         PFF , em realidade, havia algo normal naquele lugar ?

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          —- Para quê toda essa gritaria ? Apenas abrisse
         a porta e olhasse, como todos os outros. ´

                  ( antes de suas  palavras, ele tinha aberto  a  porta abruptamente,
                   sua silhueta  alta  surgindo  como  um  demônio  na  soleira; um 
                   demônio com o cenho franzindo em irritação, que logo se desfez
                   em um suspiro. )

            —- Ao menos você não tentou vir pela janela;
            para me pegar por trás em uma emboscada.
            Vamos, entre, isso não precisa durar mais do que o necessário. ´

          Se  alguém  já  tinha  tentando  adentrar  pela janela,  mesmo  aquele  sendo   o 
    terceiro andar ? Isso não era uma ideia abstrata de  sua mente;  o  dito  cujo  tentou
    subir  pelas trincas nas paredes do  lado   de fora e  teve uma boa  porcentagem de 
    sucesso,   até  encontrar   a  janela  eternamente   trancada   de   Calcifer.  O   ruivo 
    perguntou-se  rapidamente  com  a  lembrança revividas se as janelas da seção  da 
    enfermaria também ficavam trancadas. Era melhor que sim, desde que iriam lhe dar
    com um sujeito daqueles.

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.           —- Pode sentar-se na cadeira ali; e não, não temos
           um divã, antes que você pergunte.´

          Ele, com  passos  muito  calmos,  deu  as  costas  a porta  aberta, voltando a se
     sentar em sua  própria cadeira, que nem  mesmo era estofada, enquanto  sua orbe 
     restante e solitária pacientemente esperou que ela fizesse o mesmo. 

Ao parar de bater na porta, Xavier tentou apurar os ouvidos — contudo não pôde escutar nada e ademais a porta fora berta com certa violência, assustando-a e fazendo-a se encolher como uma presa indefesa que utilizava do próprio corpo para se proteger.

Abriu os olhos firmemente cerrados aos poucos, as mãos ainda postas no ar frente ao seu rosto.

Cabelos longos, lisos e ruivos. Trajava uma indumentária costumeira de doutores — as vestes todas branquíssimas, sem uma nódoa sequer  , além de um tapa-olho, deixando um globo ocular de íris esverdeada sozinha para observar tudo o que se sucedia ao redor.

Calcifer tinha uma aparência diferente do que imaginara com os botões, contudo a personalidade que figurara a ele fora bastante semelhante. Ela não esperava que qualquer transeunte que ficasse enfornado numa sala o dia inteiro, escutando palavras de doentes, fosse alguém animado, feliz, ou otimista. Simplesmente não havia como. Ela mesma que não possuía tantos afazeres mostrava-se irritada boa parte do tempo.

"Eu sinto muito”, respondeu a paranoica, cada palavra dita pausadamente. Havia um tom de desafio nelas.

Agindo como se fosse dona dali, adentrou a sala com passos pesados.

"Alguém já tentou entrar pela janela?", indagou caminhando em direção à janela. Durante o peregrinar, observou cada canto do local para ter certeza se estava de fato segura - atitude frívola, uma vez que não se sentia segura em lugar algum que não o próprio quarto, mas à primeira vista não captou câmeras ou armas de fogo camufladas.

Foda-se o divã, resmungou consigo, jogando-se na cadeira e cruzando as pernas.

"Você não vai fechar a porta?"

A garota sabia que estava ali apenas para ter as devidas confirmações de que portava algum transtorno. Não sabia qual era, mas sabia que todos os alunos - e arriscaria dizer que até os professores e demais funcionários - portavam algum tipo de problema.

Sophie Hatter, a aluna mais dedicada da sala e dona das notas mais altas, tinha uma personalidade Borderline e era depressiva. Todos seus colegas eram doentes.

Assim como ela.

Assim como o próprio Calcifer.

Sep 10th | 13 notes

deusexmachin-a:

Era bom o fato de compreender tantos idiomas. Dessa forma, podia se entrosar com pessoas de todo o mundo — e caçoar de guardas em um idioma que não entendessem! Bem que sua mãe lhe vivia dizendo que sabedoria nunca é demais. Mas reservava as más palavras só para os guardas. Por mais que a menina apresentasse uma aura suspeita, iria jogar o jogo dela. Quem sabe no que pode dar? Tomou a garrafa dela, mantendo-se em silêncio enquanto ela falava. Tomou um gole do vinho e suspirou. Esticou-se feito um gato e pôs a garrafa no chão, jogando o cigarro debaixo de seu pé. “Ia dizer que tem um nome incomum, mas quem sou eu pra falar? Meu nome é Geliebte. É alemão, mas meu pai era russo e minha mãe, japa."

Meu nome não é incomum, pensou ela franzindo a testa consigo. Quiçá fosse incomum para uma garota, mas conhecera inúmeros Xavier durante sua existência - detestara-os todos aliás, desde os fios de cabelo até o modo como proferiam as palavras.

"Russo, japonesa, alemão", desfez as expressões faciais anteriores e trouxera uma sobrancelha arqueada e um sorriso no rosto, julgando as combinações que o recém-conhecido dissera como engraçadinhas. E só.
Fitou-o com mais atenção, notando enfim sua aparência peculiar.

"Orelhas legais", soltou por fim seguido de um riso de chiste embora não tivesse tido uma mínima intenção de caçoar da aparência do rapaz. Muito pelo contrário, achara-o muito interessante.

Sep 8th | 1 note

voulgarie:

{não sei o que fazer com esse blog, sinceramente. pff }

Sep 7th | 13 notes

deusexmachin-a:

Certo, a menina era doida. Ou muito feliz, mesmo. Preferia, honestamente, que fosse a primeira opção. Felicidade demais o incomodava. Inveja? Provavelmente. Há muito não sabia o que significava felicidade. Ergueu a garrafa para ela, como se estivesse entregando-a. “Você fala de jeito complicado. Beba a vontade! Mas quem diabos é você, mesmo?" E sorriu, para não parecer um velho rabugento.

Umedeceu os lábios antes de beber da garrafa, sentindo o líquido adocicado nas papilas gustativas, nas paredes da garganta. Houve uma ligeira queimação na altura do estômago, bastara poucos segundos para que Xavier se acostumasse com tal sensação. 

"Eu?", repetiu, "Sou Xavier Calixto", e respondeu-lhe com o mesmo sorriso oferecido pelo incógnito. “Muito obrigada pelo vinho”.

Ela procurou nos bolsos da saia de pregas algo que pudesse oferecer à ele, contudo encontrou apenas uma cápsula de ecstasy. Oferecer aquela droga estava longe de seus ideais, portanto, deixou-o ali. 

"E qual é o seu nome?"

Sep 7th | 2 notes

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15 things that makes me happy essa foi difícil pra cacete, hein

I was tagged by sansfierte & unorona

1. muay thai 2. doces 3. vibes 4. música (de preferência dubstep ou rap nacional, die antwoord/arctic monkeys tá 11/10 também) 5. desgraça alheia 6. rolezinhos 7. cigarro 8. coisas pouco saudáveis de modo geral 9. ganhar discussões 10. emagrecer 11. melhorar na escrita/traço 12. hetalia 13. desgraça alheia sim 14. feminismo aqui é buceta porra 15. me sentir vitoriosa, independente do motivo

as pessoas que eu queria taggear já foram então que se foda

Sep 6th | 3 notes

flxmmis:

xcalixto

         ⊱; Os papeis esbranquiçados passaram rapidamente por seu olho restante, enquanto o seu eterno e único amigo repousava em seus lábios, um cigarro. Não havia qualquer necessidade de ler o que estava escrito; cada misera palavra referia-se apenas a um montante excessivo de loucura, sobrepujado sobre uma unica alma.
          De quando em quando, uma dessas pobres almas era deliberadamente escolhida e então, mandavam-a para uma excursão demasiado divertida até sua sala; paredes brancas e um teto vermelho extravagante, uma mesa apilhada de papeis que nunca caiam e uma inesgotável garrafa de café preto, tudo sob o intenso controle de um sujeito meio esquisito, com cabelos ruivos vividos e um tapa-olho negro no rosto, relativamente conhecido naquele conjunto de edifícios, tanto quanto alguém com sua aparência poderia ser.

          Mas isto não importava, seu trabalho era o ponto que merecia atenção. Sua destra pousou o conjunto de papeis grampeados na mesa, para que assim ele pudesse ler melhor o que dizia no começo do relatório, a folha conhecida como capa;
                              ( Transtorno de Personalidade Paranoide )
                                            E então, um nome ;
                                               Xavier Calixto.

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              —- Hum… Nada muito grave, dessa vez, hein ?
                                                 Melhor, menos trabalho.

          Ele suspirou, libertando a fumaça acinzentada em uma nuvem espeça, enquanto recostava-se em sua cadeira estofada. De acordo com o que ali dizia, ela - ou talvez ele ? - viria dentro de vinte minutos, para sua primeira consulta periódica, o de praxe para os novatos. Calcifer - corria um boato muito realista de que esse não era seu verdadeiro nome, por motivos óbvios - já estava bastante acostumado com isso, não seria como na primeira vez, em que suas mãos tremiam de medo de encontrar alguém…. bem, alguém considerado como louco.
                               Com o tempo, todos ali tornavam-se loucos.
                               Ou mostravam-se loucos.
                               Calcifer não escapou.
            No entanto, não importa, em absoluto. Era muito tarde para preocupar-se com isso ou até mesmo simplesmente fingir que preocupava-se. Um suspirou correu de seus lábios, desta vez sem nenhuma fumaça, enquanto ele esperava seus minutos de tempo-livre passarem, até sua paciente chegar.
                                  Como odiava o ato de esperar !

A respiração alterada, os olhos sempre arregalados, as madeixas babélicas, a coluna vertebral encurvada. Encarava os alheios como se fossem vermes prestes a engolir a alma — tão miúda, ao mesmo tempo tão grande  que carregava dentro do corpo magricela. 

Xavier checou os números manifestos no relógio de pulso esquerdo. Mantinha o direito nu, assim não teria complicações para escrever ou realizar quaisquer outras coisas com a destra, a mão dominante. Chegara quinze minutos antes do horário marcado, mas não tinha de fato certeza de que quando abrisse a porta, encontraria algum policial com uma arma de fogo em mãos, pronto para disparar um tiro certeiro no meio de seu cérebro ou das suas entranhas.

O professor de literatura expulsara-a da aula para visitar a sala conhecidíssimo Doutor Calcifer, e mesmo que muitos de seus colegas já tivessem obtido uma rápida passagem pelo dito cujo local, a francesa não era capaz de acreditar nas coisas que haviam lhe dito.

Especialmente sobre uma pessoa cuja aparência lhe era desconhecida. 

Engoliu em seco, batendo os ossos dos dedos na porta. Uma, duas, três vezes.

"Com licença, o Calcifer está? O professor Hollow, de literatura, mandou-me até ele", disse, em timbre alto o suficiente para que pessoas à metros dali pudessem escutar seu brado.